Atendimento Educacional Especializado
O que é uma Sala de Recursos Multifuncionais - SRMF?
São espaços físicos localizados nas escolas públicas onde se realiza o Atendimento Educacional Especializado - AEE.
As SRMF possuem mobiliário, materiais didáticos e pedagógicos, recursos de acessibilidade e equipamentos específicos para o atendimento dos alunos que são público alvo da Educação Especial e que necessitam do AEE no contraturno escolar.
A organização e a administração deste espaço são de responsabilidade da gestão escolar e o professor que atua neste serviço educacional deve ter formação para o exercício do magistério de nível básico e conhecimentos específicos de Educação Especial, adquiridos em cursos de aperfeiçoamento e de especialização.
O que é o atendimento educacional especializado (AEE)?
O atendimento educacional especializado (AEE) é um serviço da educação especial que identifica, elabora, e organiza recursos pedagógicos e de acessibilidade, que eliminem as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando suas necessidades específicas" (SEESP/MEC, 2008).
O ensino oferecido no atendimento educacional especializado é necessariamente diferente do ensino escolar e não pode caracterizar-se como um espaço de reforço escolar ou complementação das atividades escolares. São exemplos práticos de atendimento educacional especializado: o ensino da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) e do código BRAILLE, a introdução e formação do aluno na utilização de recursos de tecnologia assistiva, como a comunicação alternativa e os recursos de acessibilidade ao computador, a orientação e mobilidade, a preparação e disponibilização ao aluno de material pedagógico acessível, entre outros.
O que é tecnologia assistiva e que relação ela tem com a Sala de Recursos Multifuncional ?
De acordo com a definição proposta pelo Comitê de Ajudas Técnicas (CAT), tecnologia assistiva "é uma área do conhecimento, de característica interdisciplinar, que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivam promover a funcionalidade, relacionada à atividade e participação, de pessoas com deficiência, incapacidades ou mobilidade reduzida, visando sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social. (CAT, 2007)
A tecnologia assistiva é um recurso ou uma estratégia utilizada para ampliar ou possibilitar a execução de uma atividade necessária e pretendida por uma pessoa com deficiência. Na perspectiva da educação inclusiva, a tecnologia assistiva é voltada a favorecer a participação do aluno com deficiência nas diversas atividades do cotidiano escolar, vinculadas aos objetivos educacionais comuns. São exemplos de tecnologia assistiva na escola os materiais escolares e pedagógicos acessíveis, a comunicação alternativa, os recursos de acessibilidade ao computador, os recursos para mobilidade, localização, a sinalização, o mobiliário que atenda às necessidades posturais, entre outros.
Como se organiza o serviço de tecnologia assistiva na perspectiva da educação inclusiva?
No atendimento educacional especializado, o professor fará, junto com o aluno, a identificação das barreiras que ele enfrenta no contexto educacional comum e que o impedem ou o limitam de participar dos desafios de aprendizagem na escola. Identificando esses "problemas" e também identificando as "habilidades do aluno", o professor pesquisará e implementará recursos ou estratégias que o auxiliarão, promovendo ou ampliando suas possibilidades de participação e atuação nas atividades, nas relações, na comunicação e nos espaços da escola.
A sala de recursos multifuncional será o local apropriado para o aluno aprender a utilização das ferramentas de tecnologia assistiva, tendo em vista o desenvolvimento da autonomia. Não poderemos manter o recurso de tecnologia assistiva exclusivamente na sala multifuncional para que somente ali o aluno possa utilizá-lo.
A tecnologia assistiva encontra sentido quando segue com o aluno, no contexto escolar comum, apoiando a sua escolarização. Portanto, o trabalho na sala se destina a avaliar a melhor alternativa de tecnologia assistiva, produzir material para o aluno e encaminhar estes recursos e materiais produzidos, para que eles sirvam ao aluno na escola comum, junto com a família e nos demais espaços que frequenta.
São focos importantes do trabalho de tecnologia assistiva na perspectiva da educação inclusiva:
a tecnologia assistiva numa proposição de educação para autonomia,
a tecnologia assistiva como conhecimento aplicado para resolução de problemas funcionais enfrentados pelos alunos, e
a tecnologia assistiva promovendo a ruptura de barreiras que impedem ou limitam a participação destes alunos nos desafios educacionais.
A tecnologia assistiva é uma área de atuação da educação ou é exclusiva da área clínica?
O tema da tecnologia assistiva nasceu associado à ideia de reabilitação e era inicialmente vinculado à prática de profissionais da saúde. A mudança de entendimento sobre o que é a deficiência e especialmente o novo modelo biopsicossocial e ecológico de compreendê-la como o resultado da interação do indivíduo, que possui uma alteração de estrutura e funcionamento do corpo, com as barreiras que estão impostas no meio em que vive; mostram-nos que os impedimentos de participação em atividades e a exclusão das pessoas com deficiência são hoje um problema de ordem social e tecnológica e não somente um problema médico ou de saúde.
As grandes e mais importantes barreiras estão, muitas vezes, na falta de conhecimentos, de recursos tecnológicos, na não aplicação da legislação vigente, na forma como a sociedade está organizada de forma a ignorar as diferentes demandas de sua população.
Nesse sentido, o conceito e a prática da tecnologia assistiva também evolui saindo da concepção de recursos médicos ou clínicos para um bem de consumo de um usuário que busca um apoio tecnológico para resolução de um problema de ordem pessoal e funcional. Nessa perspectiva, o usuário deixa de ser um paciente e assume o papel de quem busca no âmbito da tecnologia assistiva a informação sobre o que é mais apropriado para suprir a sua deficiência e os recursos disponíveis para o seu caso específico. A tecnologia assistiva envolve hoje várias áreas do conhecimento tais como a saúde, a reabilitação, a educação, o design, a arquitetura, a engenharia, a informática, entre outras.
A tecnologia assistiva é, acima de tudo, um recurso de seu usuário e a equipe coloca seu conhecimento à disposição para que ele encontre o recurso ou a estratégia que atenda a sua demanda de atuar e participar de tarefas e atividades de seu interesse.
Na prática, em se tratando de crianças com deficiência, o lugar por excelência da atuação da tecnologia assistiva é a sala de recursos multifuncional, onde se oferece um serviço que identifica, elabora e disponibiliza recursos que ampliam a participação do aluno com deficiência nos desafios educacionais propostos pela escola comum.
sexta-feira, 4 de maio de 2012
quarta-feira, 25 de abril de 2012
"Patrono da Educação Brasileira"
O educador Paulo Freire é declarado Patrono da Educação Brasileira
Foi sancionada no dia 13 de abril, uma lei que declara o educador Paulo Freire "Patrono da Educação Brasileira", homenagem mais que merecida à essa figura que tantas contribuições trouxe a nossa educação. Mas sabemos que o fato de decretar esta lei, não torna os ideais desde educador em realidade; muito ainda temos que lutar, estudar, modificar e fazer por uma educação para todos de qualidade.
PRESIDENTA DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:Art. 1o O educador Paulo Freire é declarado Patrono da Educação Brasileira.Art. 2o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.Leia:http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=17667
Brasília, 13 de abril de 2012; 191o da Independência e 124o da República.
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Atividade1.6
As proposta e indagações apresentado na temática do EIXO 1 foi muito produtivo
para nossa formação teórica em relação a elaboração de projetos, pois, nos
proporcionou a oportunidade de realizar a união da teoria com a pratica através
de realização de experiências e aplicação no ambiente escolar. Através da
utilização dos conceitos que envolve a experiência de trabalhar com projetos, de
nossas observações foi possível responder as questões iniciais, abriu um espaço
para abordar valores que são abordados continuamente na dinâmica do ensino
aprendizagem em relação a elaboração de projetos no contexto escolar e de nossa
comunidade imediata onde está presente o discente objeto do nosso esforço
pedagógico. Outra ideia presente nas temáticas do EIXO 1, foi que no processo
ensino aprendizagem o professor faz parte de um conjunto com os demais e a
partir da realidade que estão vivenciando, estão tendo a oportunidade de
construir e reconstruir suas ideias em favor de sua formação. Os recursos
tecnológicos nas atividades pedagógicas são facilitadores do processo
ensino-aprendizagem, seja o computador, a Internet, o vídeo... Além de auxiliar
o professor na elaboração de suas atividades, desperta o interesse do aluno, em
qualquer modalidade e nível de ensino. Eles aproximam os conteúdos promovendo a
contextualização e a interdisciplinaridade, permitem ao aluno dar significado
para o que estuda, desenvolvem a pesquisa e dão a oportunidade de ir além do que
se estuda. Penso que seja o momento de a escola transformar a sua prática
através desses meios, inseri-los na vida escolar e preparar o aluno para viver
neste mundo tecnológico, uma vez que a tecnologia está cada vez mais presente na
vida do cidadão e, aprender a utilizá-la é imprescindível. Diante da necessidade
de aprender a aprender, o professor da atualidade tem cada vez mais utilizado
recursos tecnológicos com acesso à internet, como foi destacado no vídeo, em
diferentes situações, o que abriu um leque enorme de possibilidade de construção
do conhecimento coletivo e compartilhado em rede, tais como: bloggers, fóruns de
discussão, enquetes, etc. A tecnologia na escola criou novas formas de
socialização do conhecimento construído entre os alunos e professores, dentro e
fora dela.
Atividade1.5
ATIVIDADE
1.5: Proposta de Projeto
CURSO:
Proinfo 2012
PROFESSORA/TUTORA: Adriana
CURSISTA: Aline
1. Nome do cursista: Aline Danielle Clementino
2. Identificação do local de execução do projeto e do pessoal envolvido:
Escola: EMEF “ Professor Joaquim Elias Boscaini
Turma: 2º ano
Nº de alunos: 28
Nº de Professores: 01
PROFESSORA/TUTORA: Adriana
CURSISTA: Aline
1. Nome do cursista: Aline Danielle Clementino
2. Identificação do local de execução do projeto e do pessoal envolvido:
Escola: EMEF “ Professor Joaquim Elias Boscaini
Turma: 2º ano
Nº de alunos: 28
Nº de Professores: 01
Áreas
de Conhecimento: Matemática, Comunicação e Expressão, Artes e Educação
Física.
3. Título do projeto: Os Sólidos Geométricos no Cotidiano da Ensino Fundamental.
4. Características do Projeto: Interdisciplinar, promovendo a integração e o diálogo entre as áreas de matemática, comunicação e expressão, artes e educação física.
5. Descrição geral: A proposição da execução do projeto foi motivada pelo conteúdo proposto pela apostila Anglo.
3. Título do projeto: Os Sólidos Geométricos no Cotidiano da Ensino Fundamental.
4. Características do Projeto: Interdisciplinar, promovendo a integração e o diálogo entre as áreas de matemática, comunicação e expressão, artes e educação física.
5. Descrição geral: A proposição da execução do projeto foi motivada pelo conteúdo proposto pela apostila Anglo.
O
projeto teve como objetivo geral: Trabalhar as noções geométricas com as
crianças, articulando-as aos objetos e situações que fazem parte do seu
cotidiano, desenvolvendo um pensamento que lhes permita compreender, descrever e
representar, de forma organizada, o mundo em que vivem.
A metodologia para execução do projeto foi guiada por uma prática contextualizada, onde as diversas atividades que o integram foram efetivadas através de: Aulas expositivas e dialogadas; Manuseio e construção de materiais alternativos; Leitura e dramatização de histórias literárias que envolvem o tema; Sessão de vídeo; Canto, dança e dramatização de cantigas; Construção dos sólidos geométricos com materiais alternativos; Representação dos sólidos geométricos com sucatas, pintura a dedo, massa de modelar, colagem; Passeio orientado; Práticas com brinquedos e brincadeiras; Jogos e brincadeiras; Desenho, pintura, recorte, colagem, modelagem e dobradura das formas geométricas; Registros reflexivos sobre cada atividade.
As aulas expositivas e dialogadas aconteceram através da mediação da professora com os alunos nos mais variados momentos da aula, tanto em momentos formais (planejados pela professora) quanto em momentos informais (não previstos).
As atividades foram desenvolvidas em diferentes espaços educativos e recreativos, por entender-se que a aprendizagem pode ocorrer além do espaço da sala de aula, cabendo ao educador proporcionar as bases necessárias para o processo de ensino e aprendizagem ao mesmo tempo transformando o conhecimento cotidiano em conhecimento científico.
Através das atividades os alunos puderam: Distinguir e identificar formas geométricas presentes no ambiente escolar e em outras situações do cotidiano das crianças; Reconhecer e nomear as principais formas geométricas; Socializar hipóteses de como e onde encontramos as formas geométricas na sala de aula, no parque infantil; Identificar os quatro atributos nas figuras geométricas: cor, tamanho, forma, espessura; Criar e registrar desenhos com as figuras; Construir as figuras geométricas com materiais alternativos (palitos, recortes, dobraduras, barbante, etc); Desenvolver o raciocínio lógico-matemático; Resolver situações do cotidiano; Organizar idéias, quantificar, relacionar e agrupar informações matemáticas; Construir o conceito de medir e comparar; Reconhecer os numerais em variadas fontes de informação; Construir hipóteses sobre a escrita de palavras relacionadas ao tema; Desenvolver e estimular a oralidade e a escrita espontânea; Interpretar, organizar idéias e dramatizar histórias e cantigas; Perceber a sequência lógica e dramatizar as histórias contadas/ouvidas.
6. Tecnologias utilizadas: Aparelho de DVD, aparelho de som, televisor, câmera fotográfica, livros de literatura infantil, DVDs de histórias educativas, CDs de cantigas.
7. Referências:
CHAN, Thelma e CRUZ Thelmo. Pirralhada: Jogos e Canções para a Educação Infantil. 2ª Ed., São Paulo: Via Cultura, 2006.
MORAES, Vinícius. A Casa. Disponível: . Acesso em: 12 Ago. 2009.
PIXOTINHOS, Os. Músicas Infantis: A Casa. Gravadora ZAN BRASILDISC, 1999.
PERES, Sandra e TATIT, Paulo. Palavra Cantada: A Sopa. São Paulo. Gravadora MCD, 60ª apresentação/gravação 2004.
SILVA, Yara Maura: SOUSA, Maurício de. Formas da Turma da Mônica. São Paulo: FTD, 1994.
WOOD, Audrey, 1948. A Casa Sonolenta. Tradução Gisele Maria Padovan. 16 ed., São Paulo: Ática, 2005.
A metodologia para execução do projeto foi guiada por uma prática contextualizada, onde as diversas atividades que o integram foram efetivadas através de: Aulas expositivas e dialogadas; Manuseio e construção de materiais alternativos; Leitura e dramatização de histórias literárias que envolvem o tema; Sessão de vídeo; Canto, dança e dramatização de cantigas; Construção dos sólidos geométricos com materiais alternativos; Representação dos sólidos geométricos com sucatas, pintura a dedo, massa de modelar, colagem; Passeio orientado; Práticas com brinquedos e brincadeiras; Jogos e brincadeiras; Desenho, pintura, recorte, colagem, modelagem e dobradura das formas geométricas; Registros reflexivos sobre cada atividade.
As aulas expositivas e dialogadas aconteceram através da mediação da professora com os alunos nos mais variados momentos da aula, tanto em momentos formais (planejados pela professora) quanto em momentos informais (não previstos).
As atividades foram desenvolvidas em diferentes espaços educativos e recreativos, por entender-se que a aprendizagem pode ocorrer além do espaço da sala de aula, cabendo ao educador proporcionar as bases necessárias para o processo de ensino e aprendizagem ao mesmo tempo transformando o conhecimento cotidiano em conhecimento científico.
Através das atividades os alunos puderam: Distinguir e identificar formas geométricas presentes no ambiente escolar e em outras situações do cotidiano das crianças; Reconhecer e nomear as principais formas geométricas; Socializar hipóteses de como e onde encontramos as formas geométricas na sala de aula, no parque infantil; Identificar os quatro atributos nas figuras geométricas: cor, tamanho, forma, espessura; Criar e registrar desenhos com as figuras; Construir as figuras geométricas com materiais alternativos (palitos, recortes, dobraduras, barbante, etc); Desenvolver o raciocínio lógico-matemático; Resolver situações do cotidiano; Organizar idéias, quantificar, relacionar e agrupar informações matemáticas; Construir o conceito de medir e comparar; Reconhecer os numerais em variadas fontes de informação; Construir hipóteses sobre a escrita de palavras relacionadas ao tema; Desenvolver e estimular a oralidade e a escrita espontânea; Interpretar, organizar idéias e dramatizar histórias e cantigas; Perceber a sequência lógica e dramatizar as histórias contadas/ouvidas.
6. Tecnologias utilizadas: Aparelho de DVD, aparelho de som, televisor, câmera fotográfica, livros de literatura infantil, DVDs de histórias educativas, CDs de cantigas.
7. Referências:
CHAN, Thelma e CRUZ Thelmo. Pirralhada: Jogos e Canções para a Educação Infantil. 2ª Ed., São Paulo: Via Cultura, 2006.
MORAES, Vinícius. A Casa. Disponível: . Acesso em: 12 Ago. 2009.
PIXOTINHOS, Os. Músicas Infantis: A Casa. Gravadora ZAN BRASILDISC, 1999.
PERES, Sandra e TATIT, Paulo. Palavra Cantada: A Sopa. São Paulo. Gravadora MCD, 60ª apresentação/gravação 2004.
SILVA, Yara Maura: SOUSA, Maurício de. Formas da Turma da Mônica. São Paulo: FTD, 1994.
WOOD, Audrey, 1948. A Casa Sonolenta. Tradução Gisele Maria Padovan. 16 ed., São Paulo: Ática, 2005.
Atividade 1.4
Esboçando o Projeto
Quando vamos trabalhar com projetos devemos ter em mente que o tema deve
ser referente ao conteúdo que trabalhamos, pois o projeto é um meio de nos
auxiliar em nossas aulas e que necessita Também da participação coletiva e
envolvimento dos alunos. Este é o seu diferencial, se fosse para os alunos
receber tudo pronto, mastigado, nem precisava desenvolver um projeto. O projeto
prevê autoria de todos os envolvidos, devemos lembrar também que o projeto
requer flexibilidade para se adaptar às modificações necessárias durante seu
desenvolvimento. Os projetos devem ser dinâmicos e com metodologias
diversificadas, que agradem e atraia a todos, isto envolve a utilização de
mídias variadas para enriquecer o processo, seja para repassar conteúdo, seja
para criação de material por parte dos alunos ou educadores.
Atividade 1.3
PROJETO E SUAS CARACTERÍSTICAS
INTERDISCIPLINARIDADE - INTEGRAÇÃO DOS CONTEÚDOS.
“Trabalhar transversalmente é permitir que o aluno aprenda conteúdos disciplinares na resolução de problemas de formas contextualizada”.
Eu acredito que todo projeto é interdisciplinar, mesmo que no projeto não fale de atividades interdisciplinares, mesmo não querendo que seja, será, porque os temas e ou conteúdos de uma certa forma, às vezes pequena abrangem outra área do conhecimento. Por exemplo, um projeto de matemática que abrange as quatro operações, necessitará de língua portuguesa para interpretação e para escrita dos enunciados, etc.
Os projetos em sua maioria abordam temas amplos abrangendo várias áreas do conhecimento, mas com um foco a ser atingido. Uma das disciplinas é abordada com maior ênfase, e as outras entram como parceiras para o sucesso do projeto. Por isso acredito que mesmo não querendo a adesão de outras áreas no projeto, isso irá acontecer, por pequena que seja.
INTERDISCIPLINARIDADE - INTEGRAÇÃO DOS CONTEÚDOS.
“Trabalhar transversalmente é permitir que o aluno aprenda conteúdos disciplinares na resolução de problemas de formas contextualizada”.
Eu acredito que todo projeto é interdisciplinar, mesmo que no projeto não fale de atividades interdisciplinares, mesmo não querendo que seja, será, porque os temas e ou conteúdos de uma certa forma, às vezes pequena abrangem outra área do conhecimento. Por exemplo, um projeto de matemática que abrange as quatro operações, necessitará de língua portuguesa para interpretação e para escrita dos enunciados, etc.
Os projetos em sua maioria abordam temas amplos abrangendo várias áreas do conhecimento, mas com um foco a ser atingido. Uma das disciplinas é abordada com maior ênfase, e as outras entram como parceiras para o sucesso do projeto. Por isso acredito que mesmo não querendo a adesão de outras áreas no projeto, isso irá acontecer, por pequena que seja.
Atividade 1.2
Célestin Freinet
O que pensou
Freinet foi adepto das pedagogias ativas e colocava o trabalho como elemento central na organização das aprendizagens escolares. Sua pedagogia baseava-se na cooperação entre os alunos e os educadores, e os tempos e espaços escolares deveriam ser estabelecidos em função do interesse dos alunos.
Frase
“A democracia de amanhã se prepara na democracia da escola”;
“Se não encontrarmos respostas adequadas a todas as questões sobre educação, continuaremos a forjar almas de escravos em nossos filhos”
#A cooperação de alunos e professores tem que ser sempre estabelecida em função do interesse dos alunos.Os projetos também devem ser de interesse dos alunos.
Johann Heinrich Pestalozzi Para o educador suíço, os sentimentos tinham o poder de despertar o processo de aprendizagem autônoma na criança.
Friedrich Froebel “Por meio da educação, a criança vai se reconhecer como membro vivo do todo”
Vygotsky desenvolveu a teoria da Zona de Desenvolvimento Proximal ou potencial (ZDP). O conceito diz respeito à distância entre a aptidão da criança para realizar determinadas funções de forma autônoma e a necessidade que ela tem da colaboração de outros para realizar funções, a capacidade de aprender com outras pessoas.O aluno adquirirá conhecimentos mediante as experiências a que foi exposta.
Um conceito a que Paulo Freire deu a máxima importância, e que “As qualidades e virtudes são construídas por nós no esforço que nos impomos para diminuir a distância entre o que dizemos e fazemos”,
Segundo Decroly, a necessidade gera o interesse e só este leva ao conhecimento. Fortemente influenciado pelas idéias sobre a natureza intrínseca do ser humano preconizadas por Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), Decroly atribuía às necessidades básicas a determinação da vida intelectual. Para ele, as quatro necessidades humanas principais são comer, abrigar-se, defender-se e produzir.
Decroly se baseia na idéia de que as crianças apreendem o mundo com base em uma visão do todo, que posteriormente pode se organizar em partes, ou seja, que vai do caos à ordem. O modo mais adequado de aprender a ler, portanto, teria seu início nas atividades de associação de significados, de discursos completos, e não do conhecimento isolado de sílabas e letras. "Decroly lança a idéia do caráter global da vida intelectual, o princípio de que um conhecimento evoca outro e assim sucessivamente
.
John Dewey – as teorias mais modernas da didática, como o construtivismo e as bases teóricas dos Parâmetros Curriculares Nacionais, têm inspiração nas idéias do educador.
Filósofo norte- americano que influenciou educadores de várias partes do mundo. No Brasil inspirou o movimento da Escola Nova, ao colocar atividade prática e democrática como importantes ingredientes da educação. A teoria de Dewey se inscreve na chamada educação progressista. Um de seus principais objetivos é educar a criança como um todo. O que importa é o crescimento-físico, emocional e intelectual.
Atividade 1.1
Meu projeto de vida.
Em primeiro lugar coloco Deus, que tudo sabe, que tudo pode, que me fortalece a cada dia.
Pretendo me realizar profissionalmente todos os anos de trabalho e dedicação como educadora, conquistar tudo o que eu necessite para viver em paz e feliz.
Transformar sonhos em metas, planejando minha vida com discernimento e responsabilidade.
Ter como característica pessoal:
- Vontade de vencer
- Entusiasmo
- Perseverança
- Espiritualidade
Afastar de mim:
Assinar:
Postagens (Atom)